Terminada a campanha eleitoral, segue-se a votação

O encerramento da campanha do candidato da FRELIMO à eleição Intercalar de Nampula, na próxima quarta-feira, iniciou com uma longa e muito concorrida marcha que partiu da sede do Comité Provincial passou por várias artérias paralisando o trânsito e chamando a atenção dos munícipes.

Para além de Amisse Cololo António participaram o Secretário-Geral da FRELIMO, Roque Silva, membros da Comissão Política da FRELIMO como Verónica Macamo, Margarida Talapa, Chefe da Bancada Parlamentar da FRELIMO, Tomaz Salomão que assiste a província de Nampula, Manuel Tomé, entre outros quadros seniores do partido no poder. A marcha foi terminar na parte frontal do Pavilhão dos Desportos, local onde decorreu o comício popular para encerrar a campanha.

No comício, esteve presente Maria Luísa Chimele, viúva de Mahamudo Amurane, edil que se pretende substituir com a eleição intercalar em curso, e três vereadores que foram indicados por Amurane e que continuam neste momento a dirigir o município de Nampula.

Aliás, no seu discurso, o candidato da FRELIMO prometeu que não vai correr com ninguém caso vença as eleições e que os vereadores e outros dirigentes do Conselho Municipal da cidade de Nampula, pois considera que se lá estão é porque são pessoas preocupadas com o desenvolvimento daquela cidade, daí que vai contar com o apoio deles para dar seguimento à melhoria das condições de vida dos residentes da terceira maior cidade do país.

 

Foi num ambiente festivo que Carlos Saíde encerrou, sábado, a sua campanha eleitoral com um discurso dominado pelo apelo aos eleitores a afluírem às assembleias de voto, no dia 24 de Janeiro, para “votar no candidato que traz soluções para os problemas de Nampula”.

Perante o presidente do Movimento Democrático de Moçambique, Daviz Mbepo Simango, secretário-geral, Luis Boavida, deputados e outros membros, Carlos Saíde disse que o problema da água, lixo, falta de iluminação e mercados sem condições de higiene ficarão para a história caso seja eleito no escrutínio de quarta-feira.

O candidato do Movimento Democrático de Moçambique prometeu dar continuidade ao projecto do partido iniciado em 2013. Saíde disse que irá incidir a sua acção nos bairros de Nampula que apresentam muitos problemas, desde a erosão, falta de água potável e iluminação.

Sábado, no campo do Makondes, em Namutequeliua, Simango tomou a palavra para apelar aos eleitores a afluírem as assembleias de voto e a escolherem Carlos Saíde para dirigir a autarquia de Nampula.

 

A RENAMO iniciou a cerimónia de encerramento da campanha eleitoral com uma concentração na delegação política provincial, seguida de uma marcha pelas principais artérias e avenidas do município de Nampula.

O partido mobilizou-se e, através de diferentes formas os membros e simpatizantes, celebraram o fecho da campanha eleitoral. A RENAMO quis fechar com a chave de ouro. Enquanto uns seguiam em motorizadas e viaturas, outros caminhavam a pé empunhando dísticos e bandeiras do partido e entoando cânticos de saudação e celebração da vitória do seu candidato. A passeata foi pacífica até ao local do comício na chamada zona de quatro caminhos no bairro de Namutequelia, periferia da cidade de Nampula.

Paulo Vahanle que se fez acompanhar pelos quadros seniores do seu partido como Ivone Soares, António Muchanga e o secretário-geral do partido, Manuel Bissopo, disse até que já se considera presidente do município de Nampula faltando apenas a sua confirmação no próximo dia vinte e quatro.

No comício, que orientou por ocasião do fim da caça ao voto, o candidato da RENAMO sensibilizou as pessoas a votarem em si para a materialização de muitas das suas promessas. Vahanle não deixou de criticar partidos políticos no caso, o MDM por ter importado viaturas de outros municípios para recolha de lixo. Para o candidato da RENAMO está acção para além de ser ilegal, chega muito tarde.

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